quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Teacher Mônica - Inglês no Cotidiano

Boa Noite! Agora possuo uma página no Facebook com a finalidade de divulgar projetos e atividades, desenvovlvidos por mim e meus alunos de Língua Inglesa das Escolas da Rede pública de MS, e também um local para compartilhar informações sobre o ensino e aprendizagem deste idioma. Podendo ser um canal de troca de experiências entre professores e alunos. Visitem:
https://www.facebook.com/pages/Teacher-M%C3%B4nica-Ingl%C3%AAs-no-Cotidiano/570782196341349

segunda-feira, 18 de março de 2013

Women's day JAP 2013 - Slideshow

no dia 08/03 comemoramos o dia Internacional da Mulher, porém a E.E. José Antônio Pereira celebrou esta data no dia d07/03/2013. posto agora o 3º vídeo do aulão especial - dia da mulher.

parabéns às mulheres da E.E. José Antônio Pereira - JAP pelo seu dia!

sexta-feira, 8 de março de 2013

dia Internacional da Mulher II

Hoje é o dia Internacional da Mulher, porém a E.E. José Antônio Pereira celebrou esta data no dia de ontem 07/03/2013. posto agora o 2º vídeo do aulão especial - dia da mulher

Dia Internacional da Mulher

Hoje é o dia Internacional da Mulher, porém a E.E. José Antônio Pereira celebrou esta data no dia de ontem 07/03/2013. posto agora o 1º vídeo do aulão especial - dia da mulher


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

samba do approach

Clipe de Samba do Approach - Zeca Pagodinho e Zeca Baleiro

uso de estrangeirismo na língua Portuguesa.

biografia de Ritchie



Richard David Court nasceu no dia 6 de março de 1952, em Beckenham, condado de Kent, sul da Inglaterra. Filho de pai militar morou em vários países, como Quênia, Dinamarca, Itália, Alemanha, Iêmen do Sul e Escócia.
Embrenhou-se na música cantando no coral de uma igreja na Alemanha. Foi interno na Tormore School e Sherborne School para, alguns anos depois, ingressar no curso de literatura inglesa na Universidade de Oxford. Com 20 anos, abandonou os estudos para tocar flauta na banda londrina Everyone Involved, com quem gravou o LP-protesto Either/Or junto com outras bandas que contestavam a construção de um viaduto sobre Picadilly Circus, em West End. O LP foi distribuído gratuitamente. Durante as gravações desse disco Ritchie foi apresentado a um grupo de brasileiros pelo guitarrista Mike Klein. Entre eles estavam Lucinha Turnbull, Rita Lee e Liminha, estes dois últimos dos Mutantes, em visita à capital inglesa para comprar instrumentos. Ficaram amigos e o convite para conhecer o Brasil foi feito.
No final de 1972, Ritchie desembarcou em São Paulo, onde formou a banda Scaladácida com o baterista Azael Rodrigues, o guitarrista Fabio Gasparini e o baixista Sérgio Kaffa. O grupo fez vários shows na cidade e foi sondado pela gravadora Continental. Mas Ritchie ainda não tinha o visto de permanência e o contrato não foi assinado. Scaladácida terminou suas atividades no final de 1973 e Ritchie se mudou para o Rio de Janeiro com sua esposa, a arquiteta e estilista Leda Zuccarelli.
Na capital fluminense, deu aulas de inglês para músicos como Egberto Gismonti e Paulo Moura, e integrou o grupo de jazz-rock Soma (Bruce Henry, baixo; Alírio Lima, percussão; Tomás Improta, piano) como backing vocal e flautista.
Em 1975, reforça os quadros d’A Barca do Sol, grupo então composto por Nando Carneiro (violão, guitarra e vocal), Muri Costa (violão, viola e vocal), Jaques Morelenbaum (celo, violino e vocal), Beto Rezende (viola e percussão) e Alain Pierre (baixo e percussão).
“Em determinado momento, sugeri que eu cantasse em vez de tocar flauta e fui prontamente despedido da banda!”, confessou em seu site oficial.
Ainda em 75, juntou-se à segunda escalação do progressivo Vímana e assumiu, finalmente, os microfones para cantar em inglês. A banda, formada por Lobão (bateria), Luiz Simas (teclados), Lulu Santos (guitarra) e Fernando Gama (baixo), participou da peça musical A Feiticeira, de Marília Pêra, e fez shows principalmente no Museu de Arte Moderna, no Teatro Galeria e no Teatro Tereza Rachel, todos no Rio.
“Fomos convidados para fazer um teste no que seria o primeiro estúdio de 24 canais no Brasil. A fita chegou a ser realizada com um material que daria um LP, e, posteriormente chegaram a ser fabricadas algumas cópias de um compacto simples com uma música minha em parceria com o Lulu e o Ritchie, chamada ‘Zebra’. Garanto a vocês que era patético... mas foi muito engraçado”, declarou Lobão, que integrou a banda como baterista aos 17 anos.
O compacto, lançado em 1977 pela Som Livre, trazia “Zebra” e “Masquerade” (esta com letra em inglês, do Ritchie). No ano seguinte, passaram a tocar como banda de apoio do tecladista suíço Patrick Moraz (Yes, Moody Blues). Insatisfeito, Lulu deixou a banda para seguir carreira-solo. O Vímana segurou o fôlego até 1978, quando encerrou os ensaios de uma vez.
Em 1980, Ritchie recebeu o convite de Jim Capaldi, do Traffic, para regressar a Londres e participar de seu álbum solo, Let the Thunder Cry, como vocalista e arranjador. No elenco desse disco, figuram o saxofonista Mel Collins (King Crimson), o percussionista Reebop Kwaku-Baah (Traffic) e os bateristas Andy Newmark (John Lennon) e Simon Kirke (Free, Bad Company),
De volta ao Brasil, em 1982, procurou Bernardo Vilhena, letrista do Vímana, para compor seu primeiro trabalho-solo cantado somente em português. Liminha, naquele momento produtor da Warner, ajudou a gravar em 4 canais a demo de "Menina Veneno". As vendas do compacto simples (CBS), lançado em fevereiro de 1983 com "Menina veneno" e "Baby, meu bem", ultrapassaram as 500 mil cópias, um marco na história do mercado fonográfico brasileiro.
Porém, o sucesso galopante chegou mesmo com o LP Voo de Coração (Epic/CBS), em junho de 1983. Um milhão e duzentas mil cópias do álbum ("Menina veneno", "A vida tem dessas coisas", "Casanova", "Pelo interfone" e a faixa-título) evaporaram das lojas.
Além de Ritchie (voz, Casio MT40 e flauta), o disco contou com os músicos Lulu Santos, Liminha e Steve Hackett (guitarras), Lauro Salazar (piano e sintetizadores), Liminha (baixo), Lobão (bateria), Zé Luis (sax), Chico Batera (percussão) e a turnê de divulgação do álbum circulou por mais de 140 cidades.
Em 1984, ganhou o Troféu Imprensa na categoria Cantor do Ano, onde concorria com Roberto Carlos e Tim Maia. Nesse ano, lançou E a Vida Continua (EPIC/CBS), que manteve a parceria com Bernardo Vilhena (“A Mulher Invisível”, com Steve Hackett), “Insônia” e “O Homem e a Nuvem”, “Trabalhar é de lei”, “Mulheres!”, “Só Pra o Vento”(Tema da novela da globo A Gata Comeu de 1985 ) além de novas parcerias com Chris Moore (na faixa, “Gisella”), e os comparsas Lobão (em “Bad Boy”) e Liminha (em “Bons amigos”), este último produtor do álbum, além das autorais e a faixa-título.
A partir de 1985, interessou-se pela música eletrônica e à produção de arquivos MIDI de ritmos brasileiros para uso digital. Nesse ano, engatou seu terceiro disco solo, Circular, o último pela CBS.
Em 1986, a música “Transas”, de Nico Resende e de Paulinho Lima, tecladista e empresário de Ritchie, respectivamente, tornou-se tema da novela Roda de fogo, da TV Globo. O compacto foi premiado com o Troféu Villa Lobos, por ter sido o mais vendido do ano.
  em nova gravadora (Polygram), Ritchie lançou em 1987 o LP Loucura & Mágica, que embalsamou o sucesso do ano anterior, “Transas”, e promoveu uma curiosa parceria com Cazuza (“Guerra civil”). No cardápio, “Tudo normal”, “Mentira” e (todas com Bernardo Vilhena, e a última, com a colaboração de Lauro Salazar), “Forças de dentro” (Kiko Zambianchi), “Me gusta La rumba” (Paulinho Lima e Torcuato Mariano) e “Meantime” (novamente co Steve Hackett nas guitarras).
Nos anos seguintes, lançou Pra Ficar Contigo (1988) e Sexto Sentido (1990), todos pela Polygram, mas o sucesso do primeiro álbum, de 1983, passou longe desses.
Segundo Ritchie, um dos fatores que explicam sua queda de popularidade foi o desentendimento que teve com Leleco Barbosa, filho de Aberlado ‘Chacrinha’ Barbosa, em 1984.
"Não pude fazer um dos shows que os artistas que apareciam no programa do Chacrinha faziam pelo subúrbio do Rio. O Leleco me baniu do programa... Senti que eu era carta marcada para sair de cena. Incomodou muito o fato de um estrangeiro ser eleito cantor do ano. Estavam começando a falar que o Ritchie vendia mais discos do que o Roberto Carlos. Com o Plano Collor decidi sair mesmo", declarou ao Jornal da Tarde em 2002.
Mesmo com a carreira-solo pendurada, Ritchie integrou a banda Tigres de Bengala, ao lado de Cláudio Zoli, Vinícius Cantuária, Mu & Dadi (A Cor do Som) e Billi Forghieri (Blitz). O combinado lançou um álbum homônimo em 1993, pela Polygram.
Em 1995, ele cantou juntamente com Paula Toller, da banda Kid Abelha a música "Como eu quero" no Jazzmania (RJ) durante a turnê do álbum "Meio Desligado".
Cada vez mais interessado por computadores e menos à vontade com a indústria musical no país, Ritchie se tornou websound designer e assinou a criação e a implantação de softwares de áudio em sites como o da Usina do Som, o do portal international Yahoo!Digital e o da página do poeta Carlos Drummond de Andrade e o site do Lulu Santos, este último indicado entre os melhores sites de música pelo iBest em 1997.
No ano de 1999, foi convidado por Thomas Dolby (o artista, produtor e fundadador da Beatnik Inc.) para desenhar e implementar a sonorização dos web sites da Yahoo! Digital e Beatnik.
Mas, em 2002, 12 anos após sua última investida solo no universo fonográfico, Ritchie aceitou o convite do jovem produtor Rafael Ramos (João Donato, Ultraje a Rigor, Los Hermanos) para fazer um novo álbum.
Ao contrário de outros artistas oitentistas que reapareceram no início de 2000 com regravações dessa época, Ritchie apostou no ineditismo. O álbum Auto-fidelidade (Deck Disc) revelou parcerias com Erasmo Carlos, Bernardo Vilhena, Nelson Motta, Ronaldo Bastos e Alvin L.. São 14 faixas (5 cantadas em inglês) em que a crença pop do artista se mostrou intacta, apesar da instrumentação e dos arranjos revelarem a evolução estética pela qual Ritchie passou.
Em 2005, Ritchie participou do bem sucedido DVD, "Multishow Anos 80 Ao Vivo", junto de outros artistas da época, e fez muitos shows Brasil afora com a turma do disco, Leo Jaime, Leoni, Kid Vinil, Nasi, entre outros.
Em 2008, Ritchie fundou seu próprio selo e gravadora, a PopSongs, e lançou, em julho de 2009, o CD, DVD e Bluray independente, "Outra Vez (ao vivo no estúdio)", com regravações de seus maiores sucessos, além de duas inéditas, a faixa-título, "Outra Vez", em parceria com Arnaldo Antunes e "Cidade Tatuada", com letra de Fausto Nilo. "Ritchie - Outra Vez (ao vivo no estúdio)" é o primeiro disco Blu-ray do artista.
Três anos após seu DVD, comemorando 60 anos de idade e 30 de carreira solo, Ritchie lançou seu primeiro álbum como interprete intitulado "60". Nesse disco, o cantor interpreta canções da década de 60, mas que não ficaram tão conhecidas pelo grande público.
No dia 4 de Janeiro de 2013, Ritchie foi convidado ao Programa Encontro com Fátima Bernardes.
Discografia

    1983 - Voo de Coração
    1984 - E a Vida Continua
    1985 - Circular
    1985 - O Melhor de Ritchie (Coletânea)
    1987 - Loucura e Mágica
    1988 - Pra Ficar Contigo
    1990 - Sexto Sentido
    1993 - Tigres de Bengala
    2002 - Auto-Fidelidade
    2005 - Anos 80 - Multishow, ao vivo.
    2008 - Vôo de Coração - Edição Comemorativa de 25 Anos (CD remasterizado em 2008)
    2009 - Outra Vez (ao vivo no estúdio)
    2012 - 60

Videografia

    2009 - Outra Vez (ao vivo no estúdio) (DVD e Blu-ray)

shy moon

vídeo da música Shy Moon- Ritchie e Caetano veloso

Atraso na postagem dos vídeos 2013

Atenção alunos das E.E. José Antônio Pereira, Maria Constança de Barros Machado e Otaviano Gonçalves da Silveira Junior! Houve um pequeno atraso nas postagens dos vídeos trabalhados em aula na semana de 08 a 15 de fevereiro, pois havia prometido de fazê-lo até 17/02 (domingo). Mas estou neste momento iniciando a postagem dos mesmos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Notícias!

Desculpem a ausência meio longa da blogosfera... mas estou envolvida em vários projetos... Mestrado em Letras pela UEMS, workshops in English Language teaching with  prof. Candace Maher, Cursos on-line do eproinfo, curso para ledor/transcritor do ENEM e Prevenção às drogas da UNB. Além de alguns problemas de ordem pessoal.

Pessoal, prometo que qualquer tempo livre que possuir vou postar novas atividades, textos, etc... meus alunos produziram maravilhas neste ano de 2012.  Vou postar, porém não posso afirmar a data quando todas as atividades estarão postadas aqui.

Kisses, my friends. Mônica

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Que grande lição de vida, MR. D!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

School of Life - trailer


Escola da Vida _ school of life (resenha)

Dirigido por Willian Dear e protagonizado Ryan Reynolds e David Paymer.O filme Escola da Vida é uma divertida história que busca não tão somente entreter, mas, para aqueles que são dotados de uma visão mais aguçada, trás elementos pertinentes ao ramo da educação fazendo uma alusão aos métodos e comportamentos encontrados nas instituições.
O filme faz um retrato das diferentes metodologias utilizadas pelos professores. Alguns utilizam um sistema de ensino em um formato dogmático enquanto o outro professor, Sr. D., recorre a uma metodologia mais dinâmica que busca atrair a atenção dos alunos, utilizando aquilo que eles já sabem e que estão acostumados em seu dia-a-dia, para construir novos conhecimentos. Tal atitude procura expandir o conhecimento dos alunos partindo do que eles já estão em contato e dando a oportunidade da participação dos mesmos, o que não ocorre com as demais aulas, em que os professores tentam transmitir a idéia de que somente eles são portadores do conhecimento, e que o aluno não pode colaborar com o processo de aprendizado.
O professor Matt Warner representa e nos leva a fazer um paralelo com o sistema educacional do país, onde os interesses próprios estão em suma relevância e a necessidade de reforma na ideologia do educador está em, no máximo, segundo plano.
O filme é uma sugestiva obra, que nos leva a refletir, buscando meios para tornar o ensino mais produtivo e embasado. 

Devemos fazer com que o aluno não seja somente um reprodutor do conhecimento, mas ele deve ser um produtor e construtor de saberes. 
O que o educando aprende não deve ter impacto somente no instante em que está estudando e abordando determinado assunto, mas, deve ser parte fundamental de construção de seu caráter e de seu futuro.

Freedom Writers - Escritores da Liberdade

Mais um filme que trabalha o tema bullying.


Mentes perigosas - Dangerous minds (trailer)

curtam o trailer do filme Mentes Perigosas.

Bullying

Nas próximas semanas tanto nas Escolas Estaduais quanto Municipais em que trabalho será trabalhado o tema bullying. Para tal, em minhas aulas, usarei como mote de meus trabalhos o filme Mentes Perigosas.

Christian the Lion

Uma prova de que é possível a amizade de homens e animais. Muito Lindo!

Stand by me - Timão e Pumba

Lindo!!!

Uma verdadeira prova de amizade!!

Para Cambiar vidas

Uma Linda história de amor, fé, perseverança e superação.